 |
 |
2010/7/8 - 11:41h
A missão em Setembro
A missão integral da igreja é a anunciar o evangelho o ano todo e não em um mês do ano.Quando lemos: “Anunciai entre as nações a sua glória; entre os povos, as suas maravilhas” ou “Ide e pregai o evangelho a toda criatura” (Sl. 96:3; Mc. 16:15). Estes versículos não nos levam a uma situação de tempo mensal ou uma data predeterminada para o anuncio ou cumprimento da nossa tarefa essencial que é a proclamação da Glória de Deus. Nas palavras de Paulo a Timóteo auspicia de maneira clara o tempo para o cumprimento do chamado da igreja “que pregues a palavra instes a tempo e fora de tempo”. (II Tm. 4:2ª).
Mas como homem hodierno na maioria das vezes prende-se ao calendário Gregoriano, e cumprem as suas datas, a Igreja segue o curso, 1º de Janeiro festa de Ano Novo, Fevereiro no Brasil é carnaval, Junho festa Junina e Setembro Independência do Brasil e para igreja a comemoração do calendário missionário, que anos atrás era só missões mundiais, e agora o foco torna-se geral.
Como se dar presentes só em datas comemorativas como aniversários seja de casamento ou natalinos, também nos ajustamos ao mês de Setembro para que a igreja cumpra nesta data o que deveria fazer no decorrer do ano, então montasse todo o programa, ofertas, viagens, férias, congressos, leitura de cartas, conferências e impactos tudo missionário.
Cumprindo esta data fazendo estes programas, a igreja de fato está fazendo o seu papel de agência proclamadora do Reino? Ou é apenas descarrego de consciência? Não é crítica é reflexão, quase tudo é missão dentro do nosso atual contexto. Mas a expressão “a teologia precisa ser contextual”, faz com que nos remetemos a cumprir a missão de Setembro em setembro, porque assim faz parte do contexto e se esquece dos prenúncios proféticos e apostólicos.
“Hoje em dia “contexto” representa as características culturais, sociais, políticas, econômicas e religiosas de uma sociedade, uma classe, uma região, um “povo”, e “teologia contextual” indica
uma mudança de prioridades. Teologia contextual tornou-se uma cifra para designar uma teologia que, em cada caso, enfoca sua própria situação especifica”. (Brandt, 2006, p. 87).
Inerentemente se faz necessário contextualizar-se, mas com o absoluto da prática vivencial do evangelho todo tempo o tempo todo e não contentar-se com o relativo do calendário uma vez no ano. E por não cumprir as determinações do Mestre estamos sempre em crise, mas geralmente em uma conferência missionária somos alertados de quem éramos? Quem somos? Qual o nosso papel enquanto igreja? E para onde vamos?
“Num volume escrito em preparação para a conferência do Conselho Missionário Internacional (CoMin) realizada em 1938 em Tamabara, Kraemer (1947:24) formulou isso da seguinte
maneira: “ A rigor,deve-se-ia dizer que a igreja está sempre num estado de crise e que sua maior insuficiência é o fato de ela só estar consciente disso ocasionalmente”. (Bosch, 2002, p. 18).
E Hermann Brandt disse “a missão é parte irrenunciável da identidade Cristã”, então entendemos que são relevantes as contribuições, orações, evangelismo local e alhures, que seja de maneira paulatina e progressivo até que o Senhor da Seara volte.
(Pr. Daeky dos Santos Rocha). |
|
| |
| Leia Também |
 |
|
|
| ver lista completa |
| |
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
|
 |
|
| |
PESQUISA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO
|
|
 |
|
|
|
| |
 |
| |
|